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Associada da ASPJ-PE faz campanha para conseguir custear medicamento

Por Devanyse Mendes/ASPJ-PE

A associada da ASPJ-PE, Rita de Cássia Leite, foi diagnosticada com um Linfoma Linfocítico Crônico de células B (Linfoma não Hodgkin) e, após realizar vários tratamentos, agora necessita de uma medicação específica para conter o avanço da doença. Por isso, a associada está fazendo uma campanha para arrecadar fundos e conseguir pagar a medicação Ibrutinibe, cujo custo é bem alto. Em um dos orçamentos cotados por Rita, o mais em conta tinha o valor R$ 44.080,00 por mês.

A ASPJ-PE conta com o apoio e solidariedade de quem puder contribuir.
Dados bancários para doações:

1) Banco Santander
Ag: 4059
Conta Corrente: 01001875-6
CPF: 547.645.564-72
Titular: Rita de Cássia Pimentel Leite de Oliveira

2) Caixa Econômica Federal
Ag: 2717
Conta corrente: 00020359-0
Variação: 001
CPF: 014.525.854-82
Titular: Jadiel Santos de Oliveira Júnior

Conheça a história da associada Rita

“Meu nome é Rita de Cássia. Gostaria de compartilhar com vcs um pouco da minha luta pela vida.

Em agosto/2017, fui diagnosticada com um tumor cerebral, que ocupava a metade do lado direito do meu cérebro.
Em outubro/2017, fui submetida a uma craniotomia, que durou cerca de onze horas e, graças a Deus, foi bem sucedida (não deixou sequelas neurológicas).
Na biópsia, o diagnóstico: Linfoma Linfocítico Crônico de células B (Linfoma não Hodgkin).
Fui submetida a 10 sessões de radioterapia holocraniana em SNC, concluídas em fevereiro/2018.

Infelizmente, em março/2019, percebi um linfonodo no pescoço e um inchaço do lado direito do meu rosto. Na biópsia, o diagnóstico: a doenca voltou.
Apesar de estar ciente da possibilidade de o tratamento quimioterápico não ser suficiente, o hematologista prescreveu 6 ciclos de quimioterapia (FCR), cada um com 3 sessões, totalizando 18 sessões, sendo a última em 22/11/2019. Fiquei bem. Os linfonodos sumiram.

Contudo, na segunda quinzena de janeiro/2020, percebi um novo linfonodo em meu pescoço. A doença voltou pela terceira vez.

A essa altura, o único medicamento que pode evitar que a doença progrida é o Ibrutinibe, mas o custo é altíssimo. Dos orçamentos que fiz, o de menor valor é R$ 44.080,00 por mês.
Não tenho condições de arcar com tal despesa. Por isso, solicitei ao plano de saúde e à Secretaria Estadual de Saúde. Ambos negaram.
Estou ingressando com uma ação judicial com pedido liminar pleiteando o medicamento, mas o processo é lento e, enquanto isso, o linfonodo está crescendo rapidamente e causando muitas dores.

Sou uma sobrevivente e estou lutando pela vida!
Creio que, com a ajuda de Deus e dos amigos, conseguirei vencer essa batalha!”